Explore as variações no consumo de pêssegos: em calda, frescos ou desidratados

O pêssego, além de ser uma fruta doce e saborosa, é rico em fibras, vitaminas e antioxidantes, tornando-se uma excelente adição a uma dieta balanceada. No entanto, você sabe como escolher a melhor variedade?

A American Diabetes Association (ADA) afirma que as frutas são fontes valiosas de vitaminas, minerais, água e fibras, que desempenham um papel fundamental na digestão, promovem a saciedade e ajudam a regular os níveis de açúcar no sangue.

Um pêssego de tamanho médio, pesando aproximadamente 150 gramas, oferece cerca de 58 calorias, 14 gramas de carboidratos, 2 gramas de fibras e 11 miligramas de vitamina C, conforme informações do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). As fibras presentes na fruta são especialmente benéficas para o funcionamento intestinal e ajudam a manter a sensação de saciedade por mais tempo.

Devido ao seu alto teor de água, o pêssego fresco se distingue das versões concentradas, como sucos e frutas secas. A ADA ressalta que consumir frutas inteiras é geralmente mais vantajoso do que optar por sucos, pois estas últimas costumam ter menos fibras e oferecem menor sensação de plenitude.

A quantidade significativa de vitamina C e compostos antioxidantes também eleva o valor nutricional do pêssego. Em geral, uma dieta rica em frutas proporciona diversas vitaminas, minerais e antioxidantes que são essenciais para a saúde. Contudo, os benefícios estão relacionados à alimentação como um todo e não ao consumo isolado de uma única fruta.

Para pessoas com diabetes ou pré-diabetes, o pêssego pode ser incluído na dieta. Embora contenha carboidratos que podem afetar a glicemia, isso não implica sua exclusão da alimentação.
É aconselhável optar por frutas frescas, congeladas ou enlatadas sem adição de açúcar. É importante considerar tanto o tamanho da porção quanto o total de carboidratos consumidos durante as refeições.

Qual é a diferença entre pêssego fresco, seco ou enlatado?

As principais distinções entre essas variedades estão na forma como são conservadas e nos ingredientes adicionais. O pêssego fresco preserva suas fibras naturais e não contém açúcar extra. Por conta disso, é uma escolha conveniente para o dia a dia.

No entanto, isso não significa que o pêssego enlatado seja uma opção desfavorável. A ADA considera as frutas enlatadas adequadas desde que sejam armazenadas em água ou no próprio suco sem adição de açúcares.

Na hora da compra, é essencial verificar atentamente o rótulo. Procure por termos como “conservado em água”, “no próprio suco” ou “sem açúcar adicionado”. Deve-se evitar versões em calda devido ao maior teor de açúcar que podem conter.

Além disso, a versão enlatada pode ser atraente pela sua praticidade e durabilidade. A ADA enfatiza que tanto as frutas frescas quanto as congeladas ou enlatadas podem oferecer benefícios semelhantes desde que escolhidas sem açúcar adicional.

Por outro lado, o pêssego seco requer atenção especial. Durante o processo de secagem, ocorre a remoção da água, resultando em uma concentração maior de nutrientes e carboidratos em porções menores. Isso facilita o consumo excessivo de carboidratos sem perceber.

Para aqueles que precisam monitorar os níveis glicêmicos, a ADA recomenda cuidado redobrado com o tamanho das porções das frutas secas. Assim sendo, não é preciso restringir-se apenas ao pêssego fresco para desfrutar dos benefícios dessa fruta.

A chave está em observar os métodos de conservação e evitar produtos com adição excessiva de açúcar. No supermercado, uma lata de pêssego conservado em água ou no seu próprio suco pode ser tão prática quanto a fruta fresca e perfeitamente adequada para uma alimentação equilibrada.

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By Porto Velho ja

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