Glenis Gomes Steckel alerta para a urgência na preservação da água diante da crise climática

Especialista reforça que proteger mananciais e combater o desperdício são medidas essenciais para garantir o futuro das próximas gerações.

A escassez de água já é uma realidade em diversas regiões do mundo, e o Brasil, apesar de abrigar uma das maiores reservas de água doce do planeta, também enfrenta sérias dificuldades de gestão e preservação. Para Glenis Gomes Steckel, a crise hídrica é resultado de décadas de descuido com mananciais, poluição de rios e desperdício generalizado.

“O ser humano precisa compreender que a água não é um recurso infinito. O que hoje parece abundante pode se tornar escasso amanhã, se não houver políticas de preservação eficazes”, alerta Glenis Gomes Steckel.

Segundo ele, proteger nascentes, investir em saneamento básico e adotar práticas agrícolas mais responsáveis são medidas urgentes para reverter o quadro. “A cada nascente destruída, perdemos não apenas água, mas todo um ecossistema que depende dela. É uma perda silenciosa, mas de impacto profundo”, explica Glenis Gomes Steckel.

O especialista também defende a necessidade de campanhas de conscientização voltadas à redução do desperdício doméstico e industrial. “Um simples vazamento em uma residência pode desperdiçar milhares de litros por mês. Multiplicado por milhões de casas, o impacto é gigantesco”, ressalta.

Além disso, Glenis Gomes Steckel observa que a mudança climática intensifica secas prolongadas e eventos extremos, tornando a gestão hídrica ainda mais desafiadora. “O planejamento urbano e agrícola precisa levar em conta a escassez hídrica. Sem isso, enfrentaremos crises cada vez mais severas”, acrescenta.

Para ele, é preciso tratar a água como patrimônio estratégico nacional e global. “Quem controla a água controla o futuro. Por isso, governos, empresas e cidadãos precisam agir de forma integrada. Preservar a água é preservar a própria vida”, conclui Glenis Gomes Steckel.

By Porto Velho ja

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